Por estes dias, é raro encontrar temas como “Fake Tales of San Francisco” ou “When the Sun Goes Down” nas setlists dos Arctic Monkeys, que nos últimos discos enveredaram por sons distintos daqueles que marcaram a sua ascensão explosiva no início do século. Para quem ainda sonha vibrar ao vivo com estas canções dos primeiros discos da banda britânica, há uma solução: um concerto dos Young Yellow Pricks. A banda portuguesa de tributo sobe ao palco do Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda a 15 de maio, às 22 horas, num concerto com entrada gratuita.
O projeto nasceu da criatividade dos membros da banda de indie rock Half Black Joe, com a ambição de recuperar os sons dos primeiros álbuns dos Arctic Monkeys, com a energia bruta e a “fúria adolescente” que marca a fase inicial do grupo de Sheffield.
Ainda assim, os Young Yellow Pricks não se ficam por uma reprodução fiel. Os músicos, além do indie rock que define o projeto, cruzam influências do jazz e da música brasileira. Mais recentemente, têm explorado as nuances de jazz e MPB que os próprios Arctic Monkeys introduziram nos álbuns mais recentes.
Com atuações em salas como o Casino Lisboa e o RCA Club, a banda portuguesa soma já várias digressões. A mais recente, intitulada “Whatever Europe Says We Are, That’s What We’re Not”, passa por Portugal e Espanha.
A formação que sobe ao palco da Guarda inclui Gil Cat, João Henriques, Rafael Burguete e Roberto Matos.







