A música eletrónica e os sintetizadores analógicos vão tomar conta do Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda a 6 de junho. O projeto açoriano PMDS, Processor Modulation Density Sequencer, sobe ao palco às 22 horas, num concerto com entrada gratuita.
Formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano, ambos com percursos distintos, os dois músicos partilham uma paixão comum pela música e pela tecnologia analógica.
Pedro Sousa tem formação clássica em piano, enquanto Filipe Caetano construiu grande parte do seu percurso ligado às pistas de dança, à música eletrónica e à cultura clubbing.
O que une os dois artistas é a obsessão por equipamentos analógicos, sintetizadores e gadgets especializados. Essa ligação à tecnologia vintage e experimental deu origem ao projeto PMDS, nome inspirado no álbum de estreia lançado em 2011.
Com o apoio da editora portuguesa Thisco, o projeto passou por várias cidades portuguesas, como Lisboa, Porto, Torres Novas, Portalegre e os Açores. Em 2016, atuou no Festival Tremor e, no ano seguinte, no Azores Burning Summer, onde partilhou o palco com nomes como Moullinex, Xinobi e Orelha Negra.
O PMDS já marcou presença em festivais nacionais como o festival “A Porta”, em Leiria, além de vários espetáculos em Ponta Delgada.
O projeto açoriano conta atualmente com três álbuns de estúdio. O primeiro, “Processor Modulation Density Sequencer”, foi lançado em 2011. Seguiram-se “Not Yet”, em 2019, e “Caloura”, editado em 2021.








