2026 arrancou com uma boa notícia para os portugueses: os preços da eletricidade estão em queda e a tendência pode manter-se nos próximos meses. A explicação está, em grande parte, no cenário lá fora — ou melhor, no impacto que estamos a assistir no clima e nas barragens. Portugal está a atravessar um período de forte produção de energia renovável, com a eólica e a hídrica a pressionarem os preços do mercado para baixo.
Quando há muita produção renovável, o sistema precisa de recorrer menos ao gás natural, que é precisamente a tecnologia que costuma fazer disparar os preços da eletricidade. Como o preço no mercado grossista é definido pela tecnologia mais cara necessária para satisfazer a procura, sempre que o gás entra em força, a fatura sobe. Quando acontece o inverso, o valor desce. É mesmo assim tão simples. Neste momento, com as reservas hídricas no máximo e previsões de forte produção até ao verão — altura em que também se junta o pico da energia solar fotovoltaica — o cenário é favorável aos consumidores.
Além disso, os preços dos futuros (que antecipam quanto vai custar a eletricidade nos próximos meses) continuam em níveis baixos, precisamente porque o mercado prevê abundância de produção renovável. Traduzindo: tudo indica que a tendência se mantenha, pelo menos, até ao verão.
É aqui que entra a Rockwatt. A empresa portuguesa de energia tem vindo a apostar em tarifas indexadas ao mercado grossista, permitindo que os clientes beneficiem diretamente destas descidas. O plano que mais se destaca neste contexto é o Autorock, com adesão online simples e rápida através do site da marca.
“Os preços indexados são a única forma de obter poupanças relevantes nas contas de energia. Isso e consumir eficientemente”, afirma Pedro Morais Leitão, fundador da Rockwatt.
Os números atuais impressionam: neste momento, os clientes podem estar a falar de poupanças entre 80 e 90 por cento na componente de energia — ou seja, na parte da fatura que exclui acessos às redes, taxas e impostos. Como a base de cálculo do IVA também desce, há ainda um impacto adicional positivo no valor final a pagar.
De acordo com os preços dos futuros, regulados pelo OMIP (Operador do Mercado Ibérico de Energia), até ao verão poderá verificar-se uma poupança na ordem dos 50 por cento. Num orçamento familiar, isso representará uma diferença significativa ao final do mês.
Mas e o risco de subida? O Autorock foi pensado precisamente para equilibrar essa questão. Trata-se de uma tarifa indexada que troca automaticamente para fixa quando o mercado de futuros prevê uma subida acima das tarifas fixas disponíveis. “O Plano Autorock limita o risco de subidas fortes no preço desde que previstas no mercado de preços futuros”, explica o responsável. Isto significa que permite aproveitar as descidas e criar uma rede de segurança caso o cenário mude.
Esta combinação entre aproveitar as descidas e ter uma rede de segurança torna-se particularmente relevante para pequenos negócios, como restaurantes, cafés ou mercearias, onde a eletricidade é um custo fixo pesado e constante. Fornos, arcas frigoríficas e equipamentos sempre ligados não dão margem para surpresas na fatura. O mesmo acontece em famílias numerosas, onde o consumo é naturalmente mais elevado e qualquer subida inesperada pode desequilibrar o orçamento. Num contexto de preços em queda, mas com proteção contra oscilações futuras, a previsibilidade passa a ser quase tão importante quanto a própria poupança.
Para quem prefere estar sempre 100 por cento exposto ao mercado, existe ainda o plano Indie Spot, também indexado. Em qualquer dos casos, não há fidelização.
“É importante salientar que não há fidelização nos nossos planos indexados pelo que o consumidor pode a qualquer momento optar por uma tarifa fixa, sem qualquer penalização”, garante o fundador.
Com os preços a descer e a produção renovável a marcar o ritmo do mercado, 2026 começou com boas notícias na energia. E para quem quer mesmo sentir essa descida na conta da luz, a diferença pode estar no tipo de tarifa que escolhe.

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